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![]() Por natureza, todos nós, envolvidos em educação, somos idealistas. Entretanto, muitas vezes não sabemos colocar em prática nossos ideais. Acomodamo-nos nas fantasias e ilusões contemplativas, o que nos gera um sentido de impotência perante um mundo que se nos apresenta gigantesco. Precisamos de otimismo para vencermos o pessimismo. Necessitamos de otimistas para motivarmos os negativistas, pois aquele que não se realiza profissionalmente nunca chegará à plena realização de sua existência. Temos de caminhar juntos para que alcancemos nossos objetivos. Não nos referimos aos objetivos de pequeno alcance, mas àqueles que irão proporcionar uma educação abrangente, significativa e que contribua verdadeiramente para o crescimento de nossos alunos e, consequentemente, de nosso país. A sobrevivência da escola dependerá da nossa ousadia, da vontade de transformar e de sermos transformados e da inegável competência que caracteriza cada um de nós. Sem professores devidamente capacitados, todo o sistema educacional estará ameaçado de uma total desintegração. Buscamos uma escola viva, energizada e estimuladora do ato criativo. Queremos, enfim, uma educação voltada para o nosso tempo. Como diz Jeffreys: “O professor tem o sagrado dever de respeitar
a legítima autonomia de seus alunos como indivíduos,
o que não significa que ele deve se manter ao lado, jamais
expressando suas próprias e firmes opiniões. Significa
que ele jamais deverá se valer de meios ilegítimos para
influenciar a mente dos alunos. São legítimos os meios
que estimulam a atividade mental e ilegítimos aqueles que a
anestesiam. O professor deve fazer o que estiver a seu alcance para
ajudar os seus alunos em sua própria e sincera busca da verdade,
quer terminem, ou não, concordando com eles”.
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