Esse tipo que a sociedade vende hoje como bonito é mesmo adequado?

Antigamente, uma mulher era considerada atraente somente pelo fato de apresentar um corpo, hoje chamado “gordo”. Isso era sinônimo de riqueza e fartura dentro de sua casa, o que resultava em status na sociedade.

Hoje em dia, o que vemos é totalmente diferente. Pessoas magras e/ou muito magras são sinônimo de beleza magnífica e referência como padrão da mesma. A procura por este padrão imposto pela mídia pode se tornar prejudicial à saúde de muitos que desejam ter o tão sonhado “corpo de modelo”. Estas pessoas procuram dietas e/ou regimes absurdos que, muitas vezes, desencadeiam uma série de doenças como anorexia e bulimia.

Os adolescentes e jovens são as principais vítimas, uma vez que, com o acesso à internet e aos programas de televisão, buscam cada vez mais um corpo “perfeito” sem orientação profissional podendo, inclusive, fazer com que cometam loucuras através da utilização de anabolizantes e remédios para emagrecer.

Não apenas o corpo em si, mas tipo de cabelo, roupas (muitas vezes inadequadas) e tom de pele se tornaram questões cada vez mais abordadas pela mídia de forma a impor um modelo distorcido da beleza, considerando aquele que foge a este padrão, um estranho.

Para concluir, deixamos uma reflexão do produtor Rogério Brandão que completa o autêntico texto do grande filósofo Nietzche:

“Como já ironizava meu coleguinha de escola chamado Nietzsche. Nada mais seguro do que ser igual a todo mundo. Da minha parte eu nego, prefiro ser uma Metamorfose Ambulante, nem melhor, nem pior, apenas diferente”.
(
Rogério Brandão)


Texto: Beatriz Pacheco, Laura Tavares e Mariana Torquato